Saudação fraterna aos Paroquianos de Almacave!

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Saúdo com muita alegria a comunidade paroquial de Almacave.
É com humildade, alegria e entusiasmo que acolho o convite do Sr. Bispo D. António Couto para servir Cristo, em cada pessoa que vou encontrar nessa comunidade de Almacave.

Estagiei nessa paróquia com Sr. Cónego Afonso, Sr. Cónego Simão e Monsenhor José Guedes; pastores que amaram e deram a vida, sem reservas, a Cristo, pelo bem desse ilustre povo de Almacave. É confiando no seu exemplo e proteção e na oração de cada um de vós que servirei com esperança, em Cristo, esta nova missão que o Senhor me confiou.

Uma saudação ao Sr. P. José Abrunhosa, com quem procurarei trabalhar com amizade fraterna e lealdade generosa.
P. José António

Pe. José António Magalhães Rodrigues é o novo Pároco de Almacave - Lamego

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D. António Couto, Bispo de Lamego, nomeou  Pároco in solidum da Paróquia de  Santa Maria Maior de Almacave no Arciprestado de Lamego, o Pe. José António Magalhães Rodrigues, juntamente com o Pe. José Fernando Saraiva Abrunhosa.

O novo Pároco é natural de Paus - Resende, onde nasceu a 28 de janeiro de 1963.

Frequentou o Curso de Teologia no Seminário de Lamego (1979 a 1987) e fez o seu Estágio Pastoral na Paróquia de Castro Daire em 1987/88 e na Paróquia de Almacave em 1989/90.
Frequentou Curso de Espiritualidade de Comunhão em Itália (1988/89).
Foi  ordenado Sacerdote em 30 de junho de 1990 na Igreja Catedral de Lamego.
Foi Pároco em Penela da Beira, Penedono e Granja de 1990 a 2010,  na paróquia de Benevides – Belém do Pará – Brasil (2010/2011) e nas paróquias de Abrigada e Ota no Patriarcado de Lisboa de 2011 a 2019. Concluiu o Mestrado em Ontologia Trinitária em Itália, em 2021.

Neste momento era o Pároco das paróquias Ester, Parada de Ester e Cabril no Arciprestado de Castro Daire.

Falecimento do Mons. José Guedes

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O Senhor Deus, chegado o tempo da Sua misericórdia infinita, chamou à Sua presença, na eternidade, o Padre José Pinto Rodrigues Guedes.

O nosso Bispo, D. António Couto, une-se, antes de mais, na oração, na fé e na esperança na vida eterna à família e às comunidades que o Pe. José Guedes serviu, agradecendo o dom da sua vida, vocação, ministério sacerdotal. A manifestação das condolências é acompanhada pela confiança nas palavras de Jesus, garantia de que a vida atinge a sua plenitude junto de Deus na eternidade.

Mensagem Pascal

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“Enquanto conversavam e discutiam,

 acercou-se deles o próprio Jesus

e pôs-se com eles a caminho”

Lc 24,15

Estimados Paroquianos

Talvez um dos relatos mais conhecidos e mais belos de Lucas seja o encontro de Jesus Ressuscitado com os dois discípulos na estrada de Emaús (Lc 24, 13-35).
A Paixão e a Morte de Jesus tinham deixada estes dois discípulos profundamente amargurados, desanimados e descrentes, a ponto de deixarem tudo, a cidade de Jerusalém, lugar da morte e da perseguição, e a comunidade dos discípulos agora desintegrada. Tudo tinha acabado e, por isso, voltam para casa desanimados e fracassados. Os príncipes dos sacerdotes e os chefes do povo tinham condenado à morte Jesus de Nazaré e por isso todos os sonhos e esperanças tinham caído por terra.

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2024

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Através do deserto, Deus guia-nos para a liberdade

 

Queridos irmãos e irmãs!
Quando o nosso Deus Se revela, comunica liberdade: «Eu sou o Senhor, teu Deus, que te fiz sair da terra do Egipto, da casa da servidão» (Ex 20, 2). Assim inicia o Decálogo dado a Moisés no Monte Sinai. O povo sabe bem de que êxodo Deus está a falar: traz ainda gravada na sua carne a experiência da escravidão. Recebe as «dez palavras» no deserto como caminho de liberdade. Nós chamamos-lhes «mandamentos», fazendo ressaltar a força amorosa com que Deus educa o seu povo; mas, de facto, o chamamento para a liberdade constitui um vigoroso apelo. Não se reduz a um mero acontecimento, mas amadurece ao longo dum caminho. Como Israel no deserto tinha ainda dentro de si o Egito (vemo-lo muitas vezes lamentar a falta do passado e murmurar contra o céu e contra Moisés), também hoje o povo de Deus traz dentro de si vínculos opressivos que deve optar por abandonar. Damo-nos conta disto, quando nos falta a esperança e vagueamos na vida como em terra desolada, sem uma terra prometida para a qual tendermos juntos. A Quaresma é o tempo de graça em que o deserto volta a ser – como anuncia o profeta Oseias – o lugar do primeiro amor (cf. Os 2, 16-17). Deus educa o seu povo, para que saia das suas escravidões e experimente a passagem da morte à vida. Como um esposo, atrai-nos novamente a Si e sussurra ao nosso coração palavras de amor.

Viver o Advento

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“Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca” Jo 6, 12

Recolher e acolher é tornar o Outro mais próximo de mim, abrindo espaço para o diálogo, fundamental para a superação de divisões e das guerras, é gerar proximidade, é superar a distância do indiferentismo, é derramar o espírito do sagrado no que é já profano, abrindo caminhos para a comunhão com Deus e com o irmão. Neste Advento, que nos abre o caminho para o Natal de Jesus, vamos deixar que o Deus Menino continue a vir ao nosso encontro, como o Emanuel, e que abramos veredas que nos levem ao encontro de todos, mesmo de todo os outros de quem nos distanciámos há muito, para que “nada se perca” neste tempo natalício.

SEMANA DOS SEMINÁRIOS: “PADRE? EU?

TESTEMUNHO

Sempre tive um percurso normal, no que diz respeito ao caminho na Igreja. Fui batizado relativamente cedo. Sempre frequentei a catequese, e fiz o que nela me era pedido. No entanto, nunca despertei um real interesse por ela, e, na maioria das vezes, só a frequentava porque era obrigado a fazê-lo. Fiz o Crisma e, como era normal, e como cada vez mais vai sendo, nunca mais meti os pés numa Igreja.