Inverter a Curva da Pobreza

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A Cáritas Portuguesa quer inverter a curva da pobreza em Portugal. Não pode haver um “novo normal” para a pobreza.

A missão da Cáritas em Portugal e no Mundo é combater todas as formas de pobreza e encontrar para cada pessoa que pede ajuda, caminhos de futuro ou novas oportunidades para recomeçar. A Cáritas olha para este momento da história como uma oportunidade para responder ao apelo do Papa Francisco de repor a verdadeira economia. “Melhorar a vida das pessoas tem de ser o primeiro objetivo de tudo o que fazemos. É urgente corrigir desigualdades e haver um compromisso global para inverter todas as situações de pobreza.

Domingo de Páscoa em Família

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Às 12h00, em todas as igrejas da Diocese, os sinos vão tocar festivamente, “sinal do anúncio da vitória de Cristo sobre a morte, e de esperança para todos os homens e mulheres que partilham este tempo de sofrimento e de comunhão entre todas as comunidades e pessoas da nossa
Diocese” (D. António Couto).

Sugerimos a cada família:

  • Enfeitem uma mesa com a cruz e flores, tal como na visita pascal;
  • Coloquem nas vossas janelas ou varandas a Cruz ornamentada com flores.
  • Uns minutos antes das 12h façam esta oração:

Mensagem Pascal

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Caros Paroquianos

Estamos na Semana Santa. Vamos celebrar a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus. Este ano, não o faremos do modo habitual com a presença dos muitos fiéis nas celebrações e nas procissões de quinta e sexta-feira santas, na solene Vigília de sábado santo e com a festiva visita pascal às vossas casas.

Na hora difícil que vivemos podemos identificar-nos mais com Jesus morto e ressuscitado.
Sentimos como a cruz, símbolo do sofrimento e da morte, faz parte da nossa condição humana. Porventura, andávamos iludidos ou distraídos na nossa autossuficiência e egoísmo, esquecendo ou abafando o sofrimento de tantos homens e mulheres vítimas de toda a sorte de injustiças.

SEMANA SANTA 2020 - Mensagem de D. António Couto

VIVER COM PAIXÃO
A SEMANA SANTA E A PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO

1. Na sua oração e bênção extraordinária à cidade de Roma e ao mundo (urbi et orbi), no passado dia 27, o Papa Francisco estendeu diante de todos nós o episódio da tempestade acalmada por Jesus, como aparece narrada no Evangelho de São Marcos 4,25-31. É de Jesus a iniciativa de entrarmos todos na barca, mas não vamos só nós, pois é dito que nós «pegámos em Jesus assim como estava», na barca. Se nós «pegámos em Jesus assim como estava», e se é Ele que nos manda entrar na barca, então também Ele «pega em nós assim como estamos»: impotentes, desarmados, cheios de medo, com uma fé vacilante! Levanta-se entretanto no nosso mar imenso a tempestade, e, enquanto nós esbracejamos, aflitos, Jesus vai a dormir tranquilamente à popa (lugar de comando da embarcação), com a cabeça deitada numa almofada! Desde este patamar do mar encapelado da Covid-19 que nos assalta e ameaça submergir, é compreensível que gritemos a Jesus, suplicando-lhe que nos salve no meio desta tempestade.