O que é ser Família de Acolhimento?

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Na semana anterior à JMJ Lisboa, de 26 a 31 de julho de 2023, terão lugar os Dias na Diocese (DND). Nesses dias, milhares de jovens chegarão ao nosso país para serem acolhidos nas várias dioceses e conhecerem melhor a região, cultura, igreja local e as suas especificidades. Um dos pontos-chave dos DND é o contacto e a vivência com a comunidade local. Neste sentido, as famílias são desafiadas a acolher os jovens peregrinos em suas casas, num espírito de partilha, fraternidade e comunhão.

O que é ser Família de Acolhimento?

Famílias que se disponibilizam para receber e alojar os jovens peregrinos que vão participar nos DND. Numa experiência única de partilha e crescimento cultural e espiritual, as Famílias de Acolhimento terão oportunidade de viver a JMJ a partir de casa e serão também convidadas a participar com os peregrinos nas diversas atividades dos Dias na Diocese, sendo parte integrante deste grande encontro.
É uma experiência rara e muito gratificante, que se revela normalmente como uma das melhores recordações de vida tanto para quem acolhe, como para quem é acolhido.

 

Qual é a sua missão?

  • Providenciar dormida, para no mínimo dois jovens, durante os Dias na Diocese;
  • Disponibilizar um local onde os jovens peregrinos possam fazer a sua higiene diária;
  • Garantir os pequenos-almoços e, pontualmente, uma outra refeição principal;
  • Se possível, facilitar o transporte de e para os pontos de encontro (quando necessário);
  • Comunicar e dialogar com os jovens. Mesmo que não domine a língua de origem, deve procurar outras formas de interação.

 

 

D. Joaquim Dionísio eleito para Bispo Auxiliar do Porto

Depois da notícia, que rapidamente se espalhou, da eleição do Pe. Joaquim Dionísio para Bispo Auxiliar do Porto, logo chegaram as reações, do Bispo do Porto, D. Manuel Linda, curiosamente, natural da nossa diocese de Lamego, ainda que, como sacerdote, pertencente ao presbitério de Vila Real, do nosso Bispo, D. António Couto, em jeito de gratidão, e do próprio.

Vivamos a "Páscoa da Ressureição"

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Caros Paroquianos

Após dois anos de epidemia a que se juntou o vergonhoso início de uma guerra atroz, celebrámos a Páscoa de 2022 dando a solenidade possível à Eucaristia da Ressurreição celebrada no Pavilhão Álvaro Magalhães. Para lá convergiu a Comunidade Paroquial de Almacave e com o entusiasmo e empenhamento de todos, ali vivemos e celebrámos em manifesta Comunhão Sinodal a Vitória de Cristo Ressuscitado sobre a morte e rezamos, particularmente, pelas injustiças de uma guerra cruel que ainda ameaça o Leste da Europa, desequilibrando as relações internacionais.

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2023

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Queridos irmãos e irmãs!
Os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas coincidem em narrar o episódio da Transfiguração de Jesus. Neste acontecimento, vemos a resposta do Senhor a uma falta de compreensão manifestada pelos seus discípulos. De facto, pouco antes, registara-se uma verdadeira divergência entre o Mestre e Simão Pedro; este começara professando a sua fé em Jesus como Cristo, o Filho de Deus, mas em seguida rejeitara o seu anúncio da paixão e da cruz. E Jesus censurara-o asperamente: «Afasta-te, satanás! Tu és para Mim um estorvo, porque os teus pensamentos não são os de Deus, mas os dos homens» (Mt 16, 23). Por isso, «seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e seu irmão João, e levou-os, só a eles, a um alto monte» (Mt 17, 1).

Mensagem de Sua Santidade Papa Francisco XXXI para o Dia Mundial do Doente

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(11 de fevereiro de 2023)

«Trata bem dele!»
A compaixão como exercício sinodal de cura 

Queridos irmãos e irmãs!

A doença faz parte da nossa experiência humana. Mas pode tornar-se desumana, se for vivida no isolamento e no abandono, se não for acompanhada pelo desvelo e a compaixão. Ao caminhar juntos, é normal que alguém se sinta mal, tenha de parar pelo cansaço ou por qualquer percalço no percurso. É em tais momentos que se vê como estamos a caminhar: se é verdadeiramente um caminhar juntos, ou se se vai na mesma estrada mas cada um por conta própria, cuidando dos próprios interesses e deixando que os outros «se arranjem». Por isso, neste XXXI Dia Mundial do Doente e em pleno percurso sinodal, convido-vos a refletir sobre o facto de podermos aprender, precisamente através da experiência da fragilidade e da doença, a caminhar juntos segundo o estilo de Deus, que é proximidade, compaixão e ternura.