Oração de Férias

Dá-nos, Senhor,
depois de todas as fadigas
um tempo verdadeiro de paz.
Dá-nos,
depois de tantas palavras
o dom do silêncio
que purifica e recria.

Dá-nos, Senhor,
depois de todas as fadigas
um tempo verdadeiro de paz.
Dá-nos,
depois de tantas palavras
o dom do silêncio
que purifica e recria.

A Cáritas Portuguesa quer inverter a curva da pobreza em Portugal. Não pode haver um “novo normal” para a pobreza.
A missão da Cáritas em Portugal e no Mundo é combater todas as formas de pobreza e encontrar para cada pessoa que pede ajuda, caminhos de futuro ou novas oportunidades para recomeçar. A Cáritas olha para este momento da história como uma oportunidade para responder ao apelo do Papa Francisco de repor a verdadeira economia. “Melhorar a vida das pessoas tem de ser o primeiro objetivo de tudo o que fazemos. É urgente corrigir desigualdades e haver um compromisso global para inverter todas as situações de pobreza.

Às 12h00, em todas as igrejas da Diocese, os sinos vão tocar festivamente, “sinal do anúncio da vitória de Cristo sobre a morte, e de esperança para todos os homens e mulheres que partilham este tempo de sofrimento e de comunhão entre todas as comunidades e pessoas da nossa
Diocese” (D. António Couto).
Sugerimos a cada família:

Caros Paroquianos
Estamos na Semana Santa. Vamos celebrar a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus. Este ano, não o faremos do modo habitual com a presença dos muitos fiéis nas celebrações e nas procissões de quinta e sexta-feira santas, na solene Vigília de sábado santo e com a festiva visita pascal às vossas casas.
Na hora difícil que vivemos podemos identificar-nos mais com Jesus morto e ressuscitado.
Sentimos como a cruz, símbolo do sofrimento e da morte, faz parte da nossa condição humana. Porventura, andávamos iludidos ou distraídos na nossa autossuficiência e egoísmo, esquecendo ou abafando o sofrimento de tantos homens e mulheres vítimas de toda a sorte de injustiças.
Domingo de Ramos - 11h00 l Eucaristia
Quinta-Feira Santa - 18h00 l Celebração da ceia do Senhor
Sexta-Feira Santa - 18h00 l Celebração da Morte do Senhor e Adoração da Cruz.


1. Na sua oração e bênção extraordinária à cidade de Roma e ao mundo (urbi et orbi), no passado dia 27, o Papa Francisco estendeu diante de todos nós o episódio da tempestade acalmada por Jesus, como aparece narrada no Evangelho de São Marcos 4,25-31. É de Jesus a iniciativa de entrarmos todos na barca, mas não vamos só nós, pois é dito que nós «pegámos em Jesus assim como estava», na barca. Se nós «pegámos em Jesus assim como estava», e se é Ele que nos manda entrar na barca, então também Ele «pega em nós assim como estamos»: impotentes, desarmados, cheios de medo, com uma fé vacilante! Levanta-se entretanto no nosso mar imenso a tempestade, e, enquanto nós esbracejamos, aflitos, Jesus vai a dormir tranquilamente à popa (lugar de comando da embarcação), com a cabeça deitada numa almofada! Desde este patamar do mar encapelado da Covid-19 que nos assalta e ameaça submergir, é compreensível que gritemos a Jesus, suplicando-lhe que nos salve no meio desta tempestade.