Padre José Abrunhosa celebra 50 anos de sacerdócio junto de Nossa Senhora da Veiga

padre-jose-abrunhosaNo passado dia 4 de agosto, memória litúrgica de São João Maria Vianney, padroeiro dos párocos, a comunidade paroquial de Vila Nova de Foz Côa viveu um momento de particular alegria e comunhão ao acolher, a convite do seu pároco, o padre José Abrunhosa, sacerdote de profundas raízes fozcoenses que neste ano celebra as suas bodas de Ouro Sacerdotais, assinalando cinquenta anos de ministério ao serviço de Deus e da Igreja da diocese de Lamego.

No dia em que a Igreja celebrou São João Maria Vianney, exemplo luminoso de pastor segundo o coração de Cristo, a presença do padre José Abrunhosa tornou-se também um testemunho vivo da beleza e da fidelidade da vocação sacerdotal, inspirando as novas gerações a escutar a voz de Deus e a confiar plenamente na sua vontade.Que Nossa Senhora da Veiga, Senhora da ternura, da esperança e da fidelidade, continue a abrir o seu manto maternal sobre o padre José Abrunhosa. Sob esse manto, que ao longo dos séculos amparou o povo fozcoense nas horas de alegria e de provação, encontre sempre a proteção da Mãe de Deus, para que o seu sacerdócio permaneça fecundo, perseverante e inteiramente configurado a Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote.

 

Esta celebração integrou-se na semana preparatória para a grande festa em honra de Nossa Senhora da Veiga, que ao longo dos séculos, tem congregado gerações de fozcoenses em torno do seu altar. A devoção à Senhora da Veiga constitui um dos mais preciosos patrimónios espirituais de Vila Nova de Foz Côa, perpetuando uma história de fé, de peregrinação, de promessas cumpridas, de ex-votos oferecidos e de confiança filial na proteção daquela que o povo invoca como sua Mãe.

Para o Padre José Abrunhosa, esta celebração revestiu-se de um significado profundamente pessoal. Devoto de Nossa Senhora da Veiga desde a infância, foi junto da sua imagem veneranda, nesta igreja paroquial, que começou a germinar o chamamento de Deus ao sacerdócio. Entre estas paredes, alimentado pela oração, pela participação na vida da comunidade e pelo testemunho dos seus pais e dos antigos párocos de Vila Nova de Foz Côa: padre Marrana e padre Castilho, descobriu a vocação que haveria de abraçar com generosidade durante cinquenta anos. Regressar agora, em pleno Jubileu Sacerdotal, para participar na Eucaristia na terra que o viu nascer e crescer na fé, constituiu um momento de ação de graças e de renovação da entrega ao Senhor.

Encerramento do Ano Pastoral e Convívio Paroquial

À medida que nos aproximamos das férias de verão, chega também o momento de fazermos uma pausa no ritmo habitual das nossas atividades pastorais e olhar para trás com profunda gratidão. O encerramento de mais um ano pastoral é o marco de uma caminhada feita em conjunto, lado a lado, como uma verdadeira família na fé, como uma Paróquia que quer ser “Escola de Escuta, Participação e Comunhão”.

Ao longo dos últimos meses, a nossa paróquia foi lugar de encontro, de oração, de partilha e de crescimento. Vimos as nossas crianças e jovens crescer na catequese, celebrámos os sacramentos que nos unem, tentámos fortalecer os nossos grupos e movimentos, e procurámos, dentro das nossas possibilidades, ser uma mão estendida para quem mais precisa. Nada disto teria sido possível sem a dedicação, o tempo e o carinho de tantos colaboradores e, claro, de cada um dos paroquianos que dão vida à nossa comunidade.
Agora, antes de abrandarmos o passo para o merecido descanso, quisemos celebrar, neste último domingo de junho, esta caminhada da melhor forma: juntos!

Lamego: «Nós somos muitos e formamos um só corpo em Cristo» é o lema do Rejoice

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A Jornada Nacional da Juventude, que vai reunir jovens de todo o país, de 24 a 26 de julho, em Lamego, tem como lema “Nós somos muitos e formamos um só corpo em Cristo” (Rm 12,5).

"Um encontro em que os jovens de Portugal inteiro, do Minho ao Algarve, do litoral e do interior, celebrem com alegria o facto de se saberem parte de um só Corpo, unidos em Jesus Cristo”, refere o padre Tiago Torres
Num contexto marcado por divisões e polarização, o responsável sublinha a importância de continuar a dar testemunho de unidade, na continuidade do caminho vivido na JMJ Lisboa 2023 e dos recentes apelos do Papa Leão XIV.

Saudação do Grupo Almacave Jovem

Jovens amigos,

que hoje recebestes o Dom do Espírito Santo
Também nós, grupo Almacave Jovem, queremos abraçar-vos e partilhar convosco desta alegria de ser de Cristo. Hoje é um dia que ficará gravado para sempre na vossa vida. Talvez daqui a alguns anos já não vos lembreis de todos os detalhes desta celebração, das músicas, das palavras ou até dos rostos presentes nesta igreja. Mas acreditamos que o essencial permanecerá no vosso coração: hoje Deus confirmou-vos no Seu Amor e enviou-vos ao mundo como testemunhas vivas da esperança.

Um dia, também nós estivemos aí sentados, onde hoje estais vós. Também nós sentimos dúvidas, medos, inseguranças, sobre o futuro, sobre a fé e sobre nós mesmos.

Mensagem do Papa Leão XIV para o LX Dia Mundial das Comunicações Sociais

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Preservar Vozes e Rostos Humanos

Queridos irmãos e irmãs!

O rosto e a voz são traços únicos e distintivos de cada pessoa; manifestam a sua identidade irrepetível e são elemento constitutivo de cada encontro.Os antigos sabiam-no bem. Para definir o ser humano, os gregos usavam a palavra “rosto” (prósopon), que etimologicamente indica o que está diante do olhar, o lugar da presença e da relação.Por sua vez, o termo latino persona (de per-sonare) inclui o som: não um som qualquer, mas a voz inconfundível de alguém.

Rosto e voz são sagrados. Foram-nos dados por Deus, que nos criou à sua imagem e semelhança, chamando-nos à vida com a Palavra que Ele mesmo nos dirigiu. Uma Palavra que, ao longo dos séculos, ressoou na voz dos profetas e depois, na plenitude dos tempos, fez-se carne. Esta Palavra – esta comunicação que Deus faz de si mesmo – pudemos ainda escutá-la e vê-la diretamente (cf. 1 Jo 1, 1-3), porque se deixou conhecer na voz e no Rosto de Jesus, Filho de Deus.

"A Paz esteja convosco"

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Estimados Paroquianos e Amigos,

"A Paz esteja convosco!" (Jo 20, 19).
Estas foram as primeiras palavras do Ressuscitado aos seus discípulos, que se encontravam fechados por medo. Foram estas também as primeiras palavras que Leão XIV dirigiu ao mundo aquando sua eleição como Papa.

Hoje, mais do que nunca, estas palavras ecoam com uma urgência renovada. Celebramos a Páscoa num mundo que parece mergulhado numa "noite escura", ferido por guerras e violências que nos chegam diariamente pelas imagens da Ucrânia, do Médio Oriente e de tantos outros "conflitos esquecidos".

Podemos perguntar: que Páscoa é esta? Como celebrar a Vida quando a morte parece ter a última palavra nos campos de batalha?
A resposta está no próprio sepulcro vazio. A Ressurreição de Jesus não é uma evasão da realidade, mas a força que nos permite enfrentá-la. Cristo venceu o ódio com o amor e a vingança com o perdão. Nesta Páscoa, somos chamados, como nos recorda o Santo Padre na sua Mensagem para a Quaresma, a não deixar que o nosso coração se torne indiferente ao clamor do sofrimento dos povos.

Num mundo cansado e ferido, a nossa missão é manter viva a chama da esperança, que é a virtude de quem mantém o coração e os olhos cheios de luz, apesar das trevas que nos circundam.

Somos também chamados pelo Papa, a promover uma "paz desarmada": A paz não se constrói com armas, mas estendendo as mãos e abrindo os corações aos nossos irmãos. Que cada um de nós seja, na nossa comunidade e nas nossas famílias, um instrumento de reconciliação. Que a luz do Ressuscitado dissipe as trevas do medo e da insegurança. Que esta Páscoa seja o princípio de novos recomeços para todos vós, especialmente para os que sofrem, os doentes e os que se sentem sós.

Desejamos a cada família da nossa Paróquia de Almacave, uma Páscoa de profunda paz e renovada confiança no Senhor que vive. Ele é a nossa Paz!
Um Santo e Feliz Domingo de Páscoa!

Os vossos Párocos,

Escutar e jejuar. Quaresma como tempo de conversão

Queridos irmãos e irmãs!
A Quaresma é o tempo em que a Igreja, com solicitude maternal, nos convida a recolocar o mistério de Deus no centro da nossa vida, para que a nossa fé ganhe novo impulso e o coração não se perca entre as inquietações e as distrações do quotidiano.


Todo o caminho de conversão começa quando nos deixamos alcançar pela Palavra e a acolhemos com docilidade de espírito. Existe, portanto, um vínculo entre o dom da Palavra de Deus, a hospitalidade que lhe oferecemos e a transformação que ela realiza. Por isso, o itinerário quaresmal torna-se uma ocasião propícia para dar ouvidos à voz do Senhor e renovar a decisão de seguir Cristo, percorrendo com Ele o caminho que sobe a Jerusalém, onde se realiza o mistério da sua paixão, morte e ressurreição.

Conversão significa orientar a nossa vida para Deus - Mensagem Quaresmal do Senhor Bispo de Lamego

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1. «Escutar e jejuar. Quaresma como tempo de conversão». É este o lema da mensagem que o Papa Leão XIV propõe à Igreja para viver esta Quaresma de 2026. Como se compreende, não se trata de nos pormos à escuta da vozearia deste mundo, que nos assalta de muitas maneiras, sempre de forma superficial, rápida e barata, ao jeito de um painel publicitário, que indica sempre as últimas modas. A escuta proposta pelo Papa é a escuta qualificada de uma Palavra que vem de Deus e nos atinge nas raízes do coração. Isaías diz de forma contundente: «Nos dias que aí vêm, o monte do Templo do Senhor será fundado no cimo das montanhas, elevado sobre as colinas, e ali afluirão todas as nações, e andarão muitos povos, e dirão: “Vinde, subamos ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacob. Ele ensinar- -nos-á os seus caminhos, e andaremos nas suas veredas”. Porque de Sião sairá a Lei, e de Jerusalém a Palavra do Senhor» (Isaías 2,2-3).