TAIZÉ. Irmão Roger: com quase nada

De quase nada, o irmão Roger criou uma aventura que prossegue ainda e que, ao longo de 75 anos – que se assinalam no próximo dia 20 de Agosto – tem tocado gerações e gerações de pessoas.

O próprio irmão Roger, de Taizé, escrevia: “Com quase nada, antes de tudo pelo dom da nossa vida, Cristo, o Ressuscitado, espera que em nós se tornem perceptíveis o fogo e o Espírito.”

Esse quase nada esteve presente logo no início de Taizé: apenas saídos da II Guerra Mundial, as necessidades eram imensas. E os necessitados ainda mais. O próprio irmão Roger fazia sopa, com poucas coisas, para os prisioneiros de guerra a quem os irmãos da comunidade ajudaram. “Ele tinha o sentido da vida rural, da festa, das crianças... isso permite a vida criativa de uma comunidade onde cada um dá a sua pedra para o edifício criativo e tudo isso forma um todo”, dizia-me, no Verão de 2014, numa entrevista, o irmão Daniel, um dos primeiros três que se juntou a Roger Schutz para criar a comunidade.

CARTA ENCÍCLICA LAUDATO SI DO PAPA FRANCISCO SOBRE O CUIDADO DA CASA COMUM

FAÇA AQUI O DOWNLOAD DA CARTA ENCÍCLICA LAUDATO SI’ DO SANTO PADRE FRANCISCO SOBRE O CUIDADO DA CASA COMUM

 

Não à poluição, ao lixo e à cultura do desperdício. Atenção também aos OGMs e a vivissecção. Foi apresentada oficialmente a Encíclica do Papa Francisco: "Louvado seja o cuidado da casa comum". Um compromisso intensamente muito aguardado em todo o mundo.

A Encíclica invoca a São Francisco de Assis: "Louvado seja meu Senhor” que no Cântico da Terra, nos lembra que a nossa casa comum é como uma irmã, com a qual partilhamos a existência, e como uma bela mãe, que nos acolhe em seus braços.

"A referência a São Francisco também indica a atitude que sustenta toda a Encíclica, a da contemplação do orar, e nos convida a olhar para o “pobre homem de Assis” como fonte de inspiração. Como indicado na Encíclica, São Francisco é o “exemplo por excelência do cuidado com o que é frágil e com uma ecologia integral, vivida com alegria e autenticidade [...] Nele encontramos até que ponto são inseparáveis a preocupação com a natureza, a justiça aos pobres, o compromisso da sociedade e a paz interior"(n. 10)", explicou o diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, padre Federico Lombardi.

SOLENIDADE DO CORPO DE DEUS

A Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo é vulgarmente conhecida por Corpo de Deus. Celebra-se, normalmente, 60 dias depois da Páscoa, na quinta-feira a seguir ao primeiro domingo depois do Pentecostes.

No entanto, depois de acordo entre o Governo português e a Santa Sé foi estabelecido que seria suprimido, temporariamente, por cinco anos, o feriado corresponde a esta celebração religiosa, ocorrendo por isso este ano pela terceira vez, ao domingo, no dia 7 de Junho.
A festa do Corpo e Sangue de Cristo celebra-se normalmente numa quinta-feira para fazer referência à Quinta-feira Santa, dia da instituição da Eucaristia, dia da entrega de Cristo à humanidade num gesto de Amor infinito.

Tríduo Pascal

O Tríduo Pascal tem início com a celebração da última ceia do Senhor, nas horas vespertinas da quinta-feira e termina com a celebração do domingo da ressurreição.

A Páscoa da Ceia: é a memória da última ceia de Jesus. Esta celebração de abertura do Tríduo, reúne no Lava-pés e no Sacramento do Pão e do Vinho, antecipadamente, todo o Mistério que vai se desdobrar no sagrado Tríduo do Salvador, crucificado, sepultado e ressuscitado.

A Páscoa da Cruz: neste dia, em que Cristo, nosso Cordeiro Pascal, foi imolado, a Igreja, com a contemplação amorosa da Sua paixão e a adoração da cruz, comemora seu próprio nascimento do lado de Cristo que repousa na cruz, e se une a Ele em oração para interceder pelo mundo.

A Páscoa da Sepultura: o Sábado Santo é dia do grande silêncio junto à sepultura do Senhor, como as mulheres que O acompanharam em Sua paixão e assistiram ao Seu sepultamento. Passemos esse dia em retiro e expectativa, com atenção amorosa à Palavra de Deus.

A Páscoa da Ressurreição: a noite de sábado é consagrada em honra do Senhor e a vigília que nela se celebra, comemorando a noite santa em que o Senhor ressuscitou, deve ser considerada a “mãe de todas as santas vigílias”. Nesta vigília, a Igreja permanece à espera da ressurreição do Senhor e a celebra com os sacramentos da iniciação cristã.

Visita Pastoral do Senhor Bispo, D. António Couto, à Paróquia de Santa Maria Maior de Almacave

“Paróquia, procura-te a ti mesma e encontra-te em ti mesma para fora de ti mesma”

(São João Paulo II)

De 23 de Fevereiro a 8 de Março decorreu nas duas Paróquias da Cidade de Lamego, Almacave e Sé, a visita Pastoral do Senhor D. António Couto, Bispo de Lamego. No encontro do Senhor Bispo com os sacerdotes do Arciprestado para a preparação da Visita Pastoral a todo o Arciprestado, o Senhor D. António Couto anunciou   o dinamismo a dar à sua Visita Pastoral.

Almacave - Uma Paróquia em Visita Pastoral

No exercício do seu Múnus Episcopal, O Bispo deverá visitar as comunidades paroquiais da sua Diocese. Esta Visita Pastoral será um momento de comunhão mais próxima com o Bispo e também a oportunidade de o Bispo avaliar, incentivar e promover a evangelização e envolver os diocesanos na alegria do anúncio do Evangelho. (cf nº 1177 e 1178 do Cerimonial dos Bispos).

A nossa Paróquia de Santa Maria Maior de Almacave terá a Visita Pastoral do Senhor D. António Couto de 23 de Fevereiro a 8 de Março de 2015, juntamente com a Paróquia da Sé. Este acontecimento está ser devidamente preparado e programado com o Senhor Bispo. Oportunamente, toda a comunidade será informada de como decorrerá na nossa Paróquia a Visita Pastoral.

Mensagem do Papa para o Dia mundial da Paz

JÁ NÃO ESCRAVOS, MAS IRMÃOS

1. No início dum novo ano, que acolhemos como uma graça e um dom de Deus para a humanidade, desejo dirigir, a cada homem e mulher, bem como a todos os povos e nações do mundo, aos chefes de Estado e de Governo e aos responsáveis das várias religiões, os meus ardentes votos de paz, que acompanho com a minha oração a fim de que cessem as guerras, os conflitos e os inúmeros sofrimentos provocados quer pela mão do homem quer por velhas e novas epidemias e pelos efeitos devastadores das calamidades naturais. Rezo de modo particular para que, respondendo à nossa vocação comum de colaborar com Deus e com todas as pessoas de boa vontade para a promoção da concórdia e da paz no mundo, saibamos resistir à tentação de nos comportarmos de forma não digna da nossa humanidade.